Em resumo
Um grupo internacional de 3 instituições construiu com o Skolbot um scoring adaptado aos critérios do seu time de admissões.
Cada conversa é lida em 2 eixos: intenção e capacidade.
No CRM, 100% dos leads chegam com o motivo da pontuação, um resumo, as dúvidas em aberto e o próximo passo.
A equipe sabe para quem ligar e como começar a conversa.
Uma pontuação que prepara a conversa
O Skolbot e o time de admissões de um grupo internacional de 3 instituições construíram um scoring em 2 eixos: a intenção e a capacidade. A equipe queria saber para quem ligar primeiro, com as informações necessárias para uma conversa relevante. Os critérios foram definidos em conjunto, um por um.
Uma candidata muito motivada escolheu o curso e começou a inscrição, mas o inglês dela é nível B1. Um scoring genérico a classificaria como fria; aqui, ela fica morna e o registro no CRM recomenda uma preparação em inglês. O consultor abre a ligação com essa proposta e entra no assunto certo logo no primeiro minuto.
Uma prioridade sempre precisa ser explicada
Uma simples categoria não basta para o time de admissões escolher para quem ligar e o que propor.
Critérios genéricos demais
A motivação não conta o projeto inteiro. A equipe precisava distinguir o avanço do candidato e a capacidade dele de entrar no curso.
Obstáculos a entender
O time de admissões identificou o inglês insuficiente e o financiamento como os obstáculos decisivos. Esses temas precisam aparecer com clareza antes da ligação.
Uma ligação sem contexto
Uma classificação quente, morna ou fria não basta sem explicação. O consultor precisa das dúvidas em aberto e de um próximo passo.
Construir os critérios com o time de admissões
O Skolbot trabalhou com a equipe para ligar cada classificação a uma leitura precisa do projeto do aluno.
- 01
Definir cada critério em conjunto.
O time de admissões compartilhou seus próprios critérios de qualificação. O Skolbot usou cada um deles para construir um scoring adaptado ao grupo.
- 02
Ler o projeto e seus obstáculos.
A intenção aparece no curso escolhido, no ingresso pretendido e no avanço da inscrição. A capacidade leva em conta o nível de inglês e o financiamento.
- 03
Explicar a classificação no CRM.
Cada lead chega classificado como quente, morno ou frio, com o motivo da pontuação. O consultor também encontra o resumo, as dúvidas em aberto e o próximo passo.
- 04
Esperar e depois ajustar com a equipe.
As conversas interrompidas são sinalizadas e ficam abertas por 7 dias, para que a pontuação se baseie em uma conversa completa. O gerente de admissões revisa as pontuações com o Skolbot. Os critérios evoluem a partir do feedback da equipe, caso a caso.
| Pontuação | Motivo | Próximo passo |
|---|---|---|
| Quente | Curso escolhido, inglês C1, com financiamento | Ligar hoje |
| Morno | Interessado, inglês B1 a validar | Propor um teste de inglês |
| Frio | Projeto para daqui a 2 anos, sem falar de custo | Retomar no próximo ingresso |
Cada ligação começa pelo assunto certo
eixos de leitura: intenção e capacidade
Os 2 eixos dão ao time de admissões uma leitura do projeto e da sua viabilidade. Cada lead chega ao CRM com o motivo da sua classificação. A equipe pode escolher para quem ligar primeiro e preparar uma proposta adequada.
O consultor vê as dúvidas ainda em aberto antes de pegar o telefone. Um obstáculo identificado vira um assunto a tratar durante a ligação. As revisões com o gerente de admissões ajustam os critérios a partir das situações encontradas.
“Antes do Skolbot, nossos consultores ligavam para os candidatos sem conhecer sempre as necessidades nem o nível de interesse deles. Hoje, cada registro no CRM mostra quais candidatos priorizar, o que eles procuram e quais dúvidas eles têm. Nossas equipes sabem para quem ligar, quando e com quais argumentos. Cada conversa é mais relevante e mais eficiente.”
Perguntas frequentes
Como construir um lead scoring adaptado às admissões de uma faculdade?
Em um grupo internacional de 3 instituições, o Skolbot construiu o scoring com o time de admissões, critério por critério. O modelo usa os critérios próprios da equipe. O gerente de admissões revisa as pontuações com o Skolbot e ajusta os critérios a partir dos casos encontrados.
Quais critérios usar para qualificar um lead de aluno?
O scoring de um grupo internacional analisa 2 eixos: a intenção e a capacidade. A intenção cobre o curso escolhido, o ingresso pretendido e o avanço da inscrição. A capacidade considera o nível de inglês e o financiamento, identificados pelo time de admissões como os obstáculos decisivos.
Como priorizar as ligações para candidatos em um CRM de admissões?
Cada lead é classificado como quente, morno ou frio, com uma explicação no CRM. O consultor encontra o resumo da conversa, as dúvidas em aberto e o próximo passo. Essas informações orientam a ordem das ligações e o conteúdo de cada conversa.
Um candidato com inglês insuficiente deve ser classificado como frio?
Em um grupo internacional que usa o Skolbot, uma candidata motivada, com o curso escolhido e a inscrição começada, continua classificada como morna apesar do nível B1. O registro dela no CRM recomenda uma preparação em inglês. O consultor pode tratar dessa solução logo no início da ligação.
Como evitar pontuar um lead com base em uma conversa incompleta?
O Skolbot sinaliza as conversas parciais e as mantém abertas por 7 dias, para atribuir a pontuação com base em uma conversa completa. Assim, o time de admissões evita uma classificação baseada em informações incompletas. O feedback da equipe também serve para revisar os critérios caso a caso.