Lead scoring nas admissões: 2 eixos para priorizar e preparar cada ligação

Grupo internacionalScoring sob medida

5 min de leituraPela equipe Skolbot
100%
dos leads com a pontuação explicada
2
obstáculos verificados: inglês e financiamento
4
itens adicionados a cada registro no CRM

Em resumo

Um grupo internacional de 3 instituições construiu com o Skolbot um scoring adaptado aos critérios do seu time de admissões.

Cada conversa é lida em 2 eixos: intenção e capacidade.

No CRM, 100% dos leads chegam com o motivo da pontuação, um resumo, as dúvidas em aberto e o próximo passo.

A equipe sabe para quem ligar e como começar a conversa.

Uma pontuação que prepara a conversa

O Skolbot e o time de admissões de um grupo internacional de 3 instituições construíram um scoring em 2 eixos: a intenção e a capacidade. A equipe queria saber para quem ligar primeiro, com as informações necessárias para uma conversa relevante. Os critérios foram definidos em conjunto, um por um.

Uma candidata muito motivada escolheu o curso e começou a inscrição, mas o inglês dela é nível B1. Um scoring genérico a classificaria como fria; aqui, ela fica morna e o registro no CRM recomenda uma preparação em inglês. O consultor abre a ligação com essa proposta e entra no assunto certo logo no primeiro minuto.

Uma prioridade sempre precisa ser explicada

Uma simples categoria não basta para o time de admissões escolher para quem ligar e o que propor.

Critérios genéricos demais

A motivação não conta o projeto inteiro. A equipe precisava distinguir o avanço do candidato e a capacidade dele de entrar no curso.

Obstáculos a entender

O time de admissões identificou o inglês insuficiente e o financiamento como os obstáculos decisivos. Esses temas precisam aparecer com clareza antes da ligação.

Uma ligação sem contexto

Uma classificação quente, morna ou fria não basta sem explicação. O consultor precisa das dúvidas em aberto e de um próximo passo.

Construir os critérios com o time de admissões

O Skolbot trabalhou com a equipe para ligar cada classificação a uma leitura precisa do projeto do aluno.

  1. 01

    Definir cada critério em conjunto.

    O time de admissões compartilhou seus próprios critérios de qualificação. O Skolbot usou cada um deles para construir um scoring adaptado ao grupo.

  2. 02

    Ler o projeto e seus obstáculos.

    A intenção aparece no curso escolhido, no ingresso pretendido e no avanço da inscrição. A capacidade leva em conta o nível de inglês e o financiamento.

  3. 03

    Explicar a classificação no CRM.

    Cada lead chega classificado como quente, morno ou frio, com o motivo da pontuação. O consultor também encontra o resumo, as dúvidas em aberto e o próximo passo.

  4. 04

    Esperar e depois ajustar com a equipe.

    As conversas interrompidas são sinalizadas e ficam abertas por 7 dias, para que a pontuação se baseie em uma conversa completa. O gerente de admissões revisa as pontuações com o Skolbot. Os critérios evoluem a partir do feedback da equipe, caso a caso.

PontuaçãoMotivoPróximo passo
QuenteCurso escolhido, inglês C1, com financiamentoLigar hoje
MornoInteressado, inglês B1 a validarPropor um teste de inglês
FrioProjeto para daqui a 2 anos, sem falar de custoRetomar no próximo ingresso

Cada ligação começa pelo assunto certo

2

eixos de leitura: intenção e capacidade

QuenteMornoFrio

Os 2 eixos dão ao time de admissões uma leitura do projeto e da sua viabilidade. Cada lead chega ao CRM com o motivo da sua classificação. A equipe pode escolher para quem ligar primeiro e preparar uma proposta adequada.

O consultor vê as dúvidas ainda em aberto antes de pegar o telefone. Um obstáculo identificado vira um assunto a tratar durante a ligação. As revisões com o gerente de admissões ajustam os critérios a partir das situações encontradas.

“Antes do Skolbot, nossos consultores ligavam para os candidatos sem conhecer sempre as necessidades nem o nível de interesse deles. Hoje, cada registro no CRM mostra quais candidatos priorizar, o que eles procuram e quais dúvidas eles têm. Nossas equipes sabem para quem ligar, quando e com quais argumentos. Cada conversa é mais relevante e mais eficiente.”

SGerente de admissões, grupo internacional

Perguntas frequentes

Como construir um lead scoring adaptado às admissões de uma faculdade?

Em um grupo internacional de 3 instituições, o Skolbot construiu o scoring com o time de admissões, critério por critério. O modelo usa os critérios próprios da equipe. O gerente de admissões revisa as pontuações com o Skolbot e ajusta os critérios a partir dos casos encontrados.

Quais critérios usar para qualificar um lead de aluno?

O scoring de um grupo internacional analisa 2 eixos: a intenção e a capacidade. A intenção cobre o curso escolhido, o ingresso pretendido e o avanço da inscrição. A capacidade considera o nível de inglês e o financiamento, identificados pelo time de admissões como os obstáculos decisivos.

Como priorizar as ligações para candidatos em um CRM de admissões?

Cada lead é classificado como quente, morno ou frio, com uma explicação no CRM. O consultor encontra o resumo da conversa, as dúvidas em aberto e o próximo passo. Essas informações orientam a ordem das ligações e o conteúdo de cada conversa.

Um candidato com inglês insuficiente deve ser classificado como frio?

Em um grupo internacional que usa o Skolbot, uma candidata motivada, com o curso escolhido e a inscrição começada, continua classificada como morna apesar do nível B1. O registro dela no CRM recomenda uma preparação em inglês. O consultor pode tratar dessa solução logo no início da ligação.

Como evitar pontuar um lead com base em uma conversa incompleta?

O Skolbot sinaliza as conversas parciais e as mantém abertas por 7 dias, para atribuir a pontuação com base em uma conversa completa. Assim, o time de admissões evita uma classificação baseada em informações incompletas. O feedback da equipe também serve para revisar os critérios caso a caso.

Construa um scoring que oriente as prioridades e as ligações do seu time de admissões.

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Uma noite, reproduzida duas vezes.

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Às 23h47, Léa, de dezessete anos, procura uma faculdade. Um anúncio leva a um site, mas um formulário com quinze campos impede que ela avance. Passam seis horas: ela não existe em nenhum CRM. A mesma noite recomeça com o Skolbot. À 1h12, ela pergunta sobre a formação dual e recebe uma resposta imediata. Deixa o primeiro nome e o número. De manhã, seu registro e o resumo da conversa estão no CRM. Hoje, Léa começa o curso.